AABB MANAUS/SECRE
Manaus AM, 13.06.2007
Prezado Colega,
Há muito tempo os funcionários do BANCO DO BRASIL em Manaus reclamam uma sede social mais agradável para a ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA BANCO DO BRASIL, sendo este inclusive, o mais forte argumento apresentado para justificar a baixa participação desses funcionários na vida da associação.
Nossa experiência de cinco anos à frente do Conselho de Administração aponta para uma necessidade de mudança radical na sede da AABB. Vejamos:
Existe débitos pendentes junto Prefeitura Municipal de Manaus referente a IPTU atrasados, estando inclusive em fase de cobrança judicial. Num determinado momento um juiz ou procurador do município pode acionar a AABB para apresentar bens em penhora em pagamento.
Existem débitos antigos junto ao INSS e CEF, representados por falta de repasse de valores recolhidos dos funcionários e de recolhimentos de FGTS.
Existem acertos com funcionários, como é o caso do Garçon Gilson Ferraz, que há 32 anos trabalha na AABB sem nunca ter sua carteira assinada.
Existe ainda débito junto a FENABB tomados na administração do Sr. Raimundo Nobre.
O espaço que utilizamos como entrada principal e estacionamento pertence ao Ministério da Aeronáutica e está sendo requerida.
O igarapé que corta o nosso terreno hoje é um esgoto a céu aberto. As leis ambientais impedem construção em trinta metros de cada margem.
A área de buritizal existente no terreno é área de proteção ambiental- Lei estadual.
Existe SERVIDÃO na área final do terreno devido a passagem de uma linha de alta tensão, que corta o terreno no sentido longitudinal.
A cobertura do prédio principal é estruturada com peças de madeiras. Cerca de 30% dessas já estão comprometidas pela ação de cupins, sendo em breve necessário substituí-las
E principalmente NÃO PODEMOS MUDAR A IMAGEM DE “BURACAO”, OU “SOCAVAO” que a AABB possui hoje.
Recebemos em meados de fevereiro de 2007 uma proposta ainda informal de compra, feita pelo Grupo Ramsons. A proposta inicial foi de dois milhões de reais em espécie pelos quarenta e dois mil metros quadrados que formam o nosso patrimônio. Apesar de ser um considerável valor, o consideramos insuficiente para transmudar a nossa sede para outro local e foi rejeitada imediatamente. Pouco depois essa proposta foi melhorada para 2,5 milhões e considerada insuficiente para construir um clube a partir do subsolo.
Depois chegou ao nosso conhecimento que os proprietários do Clube Thiangá localizado no km 2 da BR174 estariam interessados em vender o clube, muito especialmente para a AABB pois daria continuidade a atividade clubista no local, honrando o compromisso com os quase 400 associados do Thiangá. O clube está localizado numa área de 11ha, terreno plano, não muito distante da cidade (Bairro de Santa Etelvina, logo após a barreira da Policia Rodoviária Federal), cercado em parte por cerca metálica e por arame farpado no restante, contendo:
1- Duas casas de alvenaria, com 48m2 de área, com dois quartos e cozinha, necessitando de reparos.
2- Uma casa grande de dois pavimentos sendo a parte superior dividida em quatro suítes para hospedes. Na parte inferior temos dois quartos, sala de estar e jantar, cozinha e avarandada, com um total de 480m2 de área construída e em boas condições.
3- Uma piscina semi-olimpica, revestida de cerâmica, 312m2 de lâmina d´água, laterais medindo 2 metros, revestidas de pedra mineira e ardósia, profundidade media de 1,70m.
4- Uma piscina com ilha, com largura de 5 metros, profundidade media de 90 centímetros, medindo 34 metros no sentido do comprimento.
5- Dois tobo-águas de 60m lineares, em boas condições.
6- Dois poços sendo um com 100m de profundidade e outro com 60 metros. Bomba de ¾ CV e outra 5cv com vazão de 11m3/h.
7- Um banheiro estilo colonial com 160m2 de área, piso em cerâmica, revestimento externo em pedra mineira e ardósia e bancadas em granito. Na área feminina, com 80m2, tem três bancadas de granito negro, cinco espelhos, sete boxes de sanitários, seis boxes de chuveiros. Na área masculina, com 80m2, tem duas bancadas de granito negro, espelhos, sete boxes de sanitários e seis boxes de chuveiros, além de dois mictórios em aço inox.
8- Restaurante estilo colonial, com salão de 144m2 e área total de 224m2
9- Dois quiosques de concreto com área media de 78m2, para fins diversos, incluindo churrasqueiras, bancadas e pias, podendo ser usados para vendas.
10- Um quiosque pequeno, localizado atrás do restaurante, com churrasqueira, com 28m2 de área.
11- Um quiosque pequeno, onde funciona uma sorveteria, 20m2 de área.
12- Vinte e sete mesas e 66 cadeiras em concreto espalhadas por uma área bosqueada.
13- Dezessete quiosques em fibra de vidro, com mesas
14- Campo de futebol e quadra de areia.
O terreno possui espaço suficiente para construção de outras instalações que certamente melhorarão em muito a eficiência física e de conforto da nossa associação.
Assim, fizemos chegar esta informação ao grupo Ramsons com a proposta de recebermos o Thiangá e mais um milhão e quinhentos mil de retorno, em troca do nosso patrimônio. A Ramsons ofertou R$800.000,00 e depois melhorou o retorno para R$1.000.000,00.
Convocamos então o Conselho de Administração da AABB para analisar a proposta, reunião que ocorreu neste 02.03.2007. Nesta assembléia deliberou-se elevar para um milhão e duzentos mil reais o retorno em espécie e ainda firmar a condição de remover da atual estrutura tudo aquilo que puder ser utilizado na nova sede, cuidando do fator custo/beneficio. Essa proposta foi aceita pelo Grupo Ramsons no dia 24.04.2007 e está sendo posta em votação em Assembléia Geral Extraordinária neste dia 16.06.2007.
É de digno de registro neste documento a situação atual do relacionamento com a administração do Sétimo Comando Aéreo Regional – 7º COMAR. Desde o inicio da construção da futura vila militar no terreno ao lado da AABB ouvimos boatos acerca da retomada da área de estacionamento da AABB. Esses boatos se transformaram em realidade com o Of. .035/SERPAT/535 do 7º COMAR que informa o fechamento da entrada principal do clube em prol das obras de recuperação do muro erodido no ultimo dia 08.04.07 e retomada do terreno a partir de setembro 2007.
Como vemos as coisas estão chegando a uma encruzilhada na qual não temos escolha: ou mudamos ou seremos esmagados, condenados a utilizar como entrada do clube a Av. Desembargador João Machado. Como sabemos, ali as condições de entrada e saída são muito piores do que pela Torquato Tapajós.
Cremos piamente que não devemos deixar passar esta oportunidade de relocalizar o nosso clube, sanear suas pendências fiscais, trabalhistas e tributárias, levando-o para um local melhor, fora da cidade e começar tudo de novo. É hora de avaliarmos sem paixões a proposta. É hora de decisão.
Esperamos que você manifeste sua vontade. Vá até o Thiangá, conheça o espaço, forme uma opinião e depois manifeste-a no dia 16.06.07, as 15 horas, na sede da AABB MANAUS.
Atenciosamente,
Jairo Matos Marinho – Presidente
Manaus AM, 13.06.2007
Prezado Colega,
Há muito tempo os funcionários do BANCO DO BRASIL em Manaus reclamam uma sede social mais agradável para a ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA BANCO DO BRASIL, sendo este inclusive, o mais forte argumento apresentado para justificar a baixa participação desses funcionários na vida da associação.
Nossa experiência de cinco anos à frente do Conselho de Administração aponta para uma necessidade de mudança radical na sede da AABB. Vejamos:
Existe débitos pendentes junto Prefeitura Municipal de Manaus referente a IPTU atrasados, estando inclusive em fase de cobrança judicial. Num determinado momento um juiz ou procurador do município pode acionar a AABB para apresentar bens em penhora em pagamento.
Existem débitos antigos junto ao INSS e CEF, representados por falta de repasse de valores recolhidos dos funcionários e de recolhimentos de FGTS.
Existem acertos com funcionários, como é o caso do Garçon Gilson Ferraz, que há 32 anos trabalha na AABB sem nunca ter sua carteira assinada.
Existe ainda débito junto a FENABB tomados na administração do Sr. Raimundo Nobre.
O espaço que utilizamos como entrada principal e estacionamento pertence ao Ministério da Aeronáutica e está sendo requerida.
O igarapé que corta o nosso terreno hoje é um esgoto a céu aberto. As leis ambientais impedem construção em trinta metros de cada margem.
A área de buritizal existente no terreno é área de proteção ambiental- Lei estadual.
Existe SERVIDÃO na área final do terreno devido a passagem de uma linha de alta tensão, que corta o terreno no sentido longitudinal.
A cobertura do prédio principal é estruturada com peças de madeiras. Cerca de 30% dessas já estão comprometidas pela ação de cupins, sendo em breve necessário substituí-las
E principalmente NÃO PODEMOS MUDAR A IMAGEM DE “BURACAO”, OU “SOCAVAO” que a AABB possui hoje.
Recebemos em meados de fevereiro de 2007 uma proposta ainda informal de compra, feita pelo Grupo Ramsons. A proposta inicial foi de dois milhões de reais em espécie pelos quarenta e dois mil metros quadrados que formam o nosso patrimônio. Apesar de ser um considerável valor, o consideramos insuficiente para transmudar a nossa sede para outro local e foi rejeitada imediatamente. Pouco depois essa proposta foi melhorada para 2,5 milhões e considerada insuficiente para construir um clube a partir do subsolo.
Depois chegou ao nosso conhecimento que os proprietários do Clube Thiangá localizado no km 2 da BR174 estariam interessados em vender o clube, muito especialmente para a AABB pois daria continuidade a atividade clubista no local, honrando o compromisso com os quase 400 associados do Thiangá. O clube está localizado numa área de 11ha, terreno plano, não muito distante da cidade (Bairro de Santa Etelvina, logo após a barreira da Policia Rodoviária Federal), cercado em parte por cerca metálica e por arame farpado no restante, contendo:
1- Duas casas de alvenaria, com 48m2 de área, com dois quartos e cozinha, necessitando de reparos.
2- Uma casa grande de dois pavimentos sendo a parte superior dividida em quatro suítes para hospedes. Na parte inferior temos dois quartos, sala de estar e jantar, cozinha e avarandada, com um total de 480m2 de área construída e em boas condições.
3- Uma piscina semi-olimpica, revestida de cerâmica, 312m2 de lâmina d´água, laterais medindo 2 metros, revestidas de pedra mineira e ardósia, profundidade media de 1,70m.
4- Uma piscina com ilha, com largura de 5 metros, profundidade media de 90 centímetros, medindo 34 metros no sentido do comprimento.
5- Dois tobo-águas de 60m lineares, em boas condições.
6- Dois poços sendo um com 100m de profundidade e outro com 60 metros. Bomba de ¾ CV e outra 5cv com vazão de 11m3/h.
7- Um banheiro estilo colonial com 160m2 de área, piso em cerâmica, revestimento externo em pedra mineira e ardósia e bancadas em granito. Na área feminina, com 80m2, tem três bancadas de granito negro, cinco espelhos, sete boxes de sanitários, seis boxes de chuveiros. Na área masculina, com 80m2, tem duas bancadas de granito negro, espelhos, sete boxes de sanitários e seis boxes de chuveiros, além de dois mictórios em aço inox.
8- Restaurante estilo colonial, com salão de 144m2 e área total de 224m2
9- Dois quiosques de concreto com área media de 78m2, para fins diversos, incluindo churrasqueiras, bancadas e pias, podendo ser usados para vendas.
10- Um quiosque pequeno, localizado atrás do restaurante, com churrasqueira, com 28m2 de área.
11- Um quiosque pequeno, onde funciona uma sorveteria, 20m2 de área.
12- Vinte e sete mesas e 66 cadeiras em concreto espalhadas por uma área bosqueada.
13- Dezessete quiosques em fibra de vidro, com mesas
14- Campo de futebol e quadra de areia.
O terreno possui espaço suficiente para construção de outras instalações que certamente melhorarão em muito a eficiência física e de conforto da nossa associação.
Assim, fizemos chegar esta informação ao grupo Ramsons com a proposta de recebermos o Thiangá e mais um milhão e quinhentos mil de retorno, em troca do nosso patrimônio. A Ramsons ofertou R$800.000,00 e depois melhorou o retorno para R$1.000.000,00.
Convocamos então o Conselho de Administração da AABB para analisar a proposta, reunião que ocorreu neste 02.03.2007. Nesta assembléia deliberou-se elevar para um milhão e duzentos mil reais o retorno em espécie e ainda firmar a condição de remover da atual estrutura tudo aquilo que puder ser utilizado na nova sede, cuidando do fator custo/beneficio. Essa proposta foi aceita pelo Grupo Ramsons no dia 24.04.2007 e está sendo posta em votação em Assembléia Geral Extraordinária neste dia 16.06.2007.
É de digno de registro neste documento a situação atual do relacionamento com a administração do Sétimo Comando Aéreo Regional – 7º COMAR. Desde o inicio da construção da futura vila militar no terreno ao lado da AABB ouvimos boatos acerca da retomada da área de estacionamento da AABB. Esses boatos se transformaram em realidade com o Of. .035/SERPAT/535 do 7º COMAR que informa o fechamento da entrada principal do clube em prol das obras de recuperação do muro erodido no ultimo dia 08.04.07 e retomada do terreno a partir de setembro 2007.
Como vemos as coisas estão chegando a uma encruzilhada na qual não temos escolha: ou mudamos ou seremos esmagados, condenados a utilizar como entrada do clube a Av. Desembargador João Machado. Como sabemos, ali as condições de entrada e saída são muito piores do que pela Torquato Tapajós.
Cremos piamente que não devemos deixar passar esta oportunidade de relocalizar o nosso clube, sanear suas pendências fiscais, trabalhistas e tributárias, levando-o para um local melhor, fora da cidade e começar tudo de novo. É hora de avaliarmos sem paixões a proposta. É hora de decisão.
Esperamos que você manifeste sua vontade. Vá até o Thiangá, conheça o espaço, forme uma opinião e depois manifeste-a no dia 16.06.07, as 15 horas, na sede da AABB MANAUS.
Atenciosamente,
Jairo Matos Marinho – Presidente